<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438</id><updated>2012-01-26T16:44:54.822-03:00</updated><category term='inspirações do cotidiano'/><title type='text'>O Caduceu</title><subtitle type='html'>O Caduceu é um bastão em torno do qual se entrelaçam duas serpentes e cuja parte superior é adornada com asas. É um antigo símbolo. Esotericamente, está associado ao equilíbrio moral. A serpente da direita é chamada Od, que representa a vida livremente dirigida; a da esquerda Ob, vida fatal e o globo dourado no cimo Aur, que representa a luz equilibrada. Estas duas serpentes opostas figuram forças contrárias que podem se associar mas não se confundir. 
(Origem: Wikipédia)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-6037501876155859047</id><published>2012-01-26T16:44:00.000-03:00</published><updated>2012-01-26T16:44:54.832-03:00</updated><title type='text'>A cinco anos do meu pai</title><content type='html'>Quando a vida nos separa da presença, o tempo é unidade de distância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-6037501876155859047?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/6037501876155859047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=6037501876155859047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6037501876155859047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6037501876155859047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2012/01/cinco-anos-do-meu-pai.html' title='A cinco anos do meu pai'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-5742610754131882333</id><published>2012-01-22T17:15:00.007-03:00</published><updated>2012-01-22T17:28:10.463-03:00</updated><title type='text'>Simulado Stevejobsocrático</title><content type='html'>01) Deus existe? Justifique a sua resposta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-5742610754131882333?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/5742610754131882333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=5742610754131882333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5742610754131882333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5742610754131882333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2012/01/deus-existe.html' title='Simulado Stevejobsocrático'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-5820970664098059427</id><published>2012-01-22T09:37:00.004-03:00</published><updated>2012-01-25T14:07:04.756-03:00</updated><title type='text'>O Brado dos Pedantes</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5UUJHACJuug/TxwCqx-NHRI/AAAAAAAAASc/NMECflvoJrQ/s1600/OBradoRetumbante.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-5UUJHACJuug/TxwCqx-NHRI/AAAAAAAAASc/NMECflvoJrQ/s400/OBradoRetumbante.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na série "Brado Retumbante" que passa na Rede Globo de Televisão, a primeira-dama de um presidente honesto e íntegro (presidente que, diga-se de passagem, foi comparado pela imprensa com o talvez futuro candidato a presidenciável Aécio Neves pelas características físicas) resolve "melhorar a educação do país". Por meio da verossemelhança, alguns temas da atualidade estão inseridos na série, para convencer e confundir os incautos que assistem à produção. Muitos devem pensar: de um presidente e uma primeira-dama como estes não tem como discordar, são honestos, íntegros, coisas "nunca vistas antes na história deste país".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é, infelizmente ainda hoje existe muito pouco motivo para comemorar quando o assunto é radiodifusão. Apesar de, em algumas entrevistas para promover seu livro, Boni dizer que a empresa aprendeu a respeitar o povo brasileiro, já que episódios como a clássica edição do debate eleitoral de Collor e Lula não se repetiriam, é lamentável ver o que continua acontecendo nesta que é uma das maiores televisões do mundo. Na dita série, que passou durante essa semana às noites na grade de programação, um crime foi cometido: o da desinformação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No episódio a que me refiro, onde a primeira-dama envolve-se em um escândalo com o ministério da educação, as questões giraram em torno de assuntos fictícios mas que tem muita relação com o que está acontecendo: o conteúdo dos livros didáticos (onde se falou de certa forma sobre a prática de sociologia e filosofia nas escolas e até daquele episódio onde a imprensa toda se posicionou contra um suposto livro didático que estaria ensinando os alunos a falar errado - algo que apenas mostrou como a prática do jornalismo nos moldes modernos está fadada ao erro, já que o conteúdo do livro foi distorcido e muita babaquice foi dita). Evidente que isso foi extrapolado pela produtora que realizou a história do "Brado Retumbante", de modo que todos que a assistem tornam-se a favor do argumento de que isso vem a "catequisar para a esquerda" nossas crianças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste episódio, os "bonzinhos" da história estão claramente de um lado, o dos justos! Do outro lado, quem está? As "minorias organizadas", os movimentos sociais, os sindicatos, e até mesmo as ongs. A série simplesmente tirou a legitimidade de TODOS esses que são elementos necessários em uma democracia verdadeira e que na maioria dos casos contribui para a consolidação de direitos e que promove o avanço da sociedade por meio do equilibrio dos interesses coletivos. Quem assistiu à série, viu uma sindicalista que tinha uma mansão e que fazia mutreta escrevendo livros que mencionavam o mst, e criticavam a ânsia exploradora dos colonizadores. Quem assistiu à série ouviu a primeira-dama arrasando com as ongs, dizendo que elas são não-governamentais mas só funcionam com o dinheiro do governo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É ridículo e frustrante ver o quanto essa opinião grosseira foi repetida e reforçada em vários aspectos e apenas mostrou de que lado ficam os bons e os ruins na opinião de quem escreveu aquela história. É muito baixo o nível de uma empresa que ganha uma concessão pública de algo tão importante em uma democracia e utiliza o espaço para benefício próprio. Quem "deseduca" o país neste caso, é esse veículo de informação que claramente posicionou-se com essa série, e mostrou que pluralidade de vozes na sociedade não é interesse em seus roteiros.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-5820970664098059427?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/5820970664098059427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=5820970664098059427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5820970664098059427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5820970664098059427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2012/01/o-brado-dos-pedantes.html' title='O Brado dos Pedantes'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5UUJHACJuug/TxwCqx-NHRI/AAAAAAAAASc/NMECflvoJrQ/s72-c/OBradoRetumbante.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-2749806450727553795</id><published>2012-01-21T08:43:00.004-03:00</published><updated>2012-01-21T08:44:13.809-03:00</updated><title type='text'>Meteorologista</title><content type='html'>A previsão do tempo avisa:&lt;br /&gt;Esqueça o guarda-chuva e me dê a sua brisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-2749806450727553795?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/2749806450727553795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=2749806450727553795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2749806450727553795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2749806450727553795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2012/01/meterologista.html' title='Meteorologista'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-7920886494163647176</id><published>2012-01-04T19:16:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T19:16:58.390-03:00</updated><title type='text'>Julgamento Final</title><content type='html'>A salvação é para os médios.&lt;br /&gt;Quem está disposto a ir até o fim?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-7920886494163647176?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/7920886494163647176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=7920886494163647176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7920886494163647176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7920886494163647176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2012/01/julgamento-final.html' title='Julgamento Final'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-6512740297209336024</id><published>2011-12-15T00:03:00.000-03:00</published><updated>2011-12-15T00:03:00.392-03:00</updated><title type='text'>Ainda há pouco</title><content type='html'>Ouço um barulho de carro...&lt;br /&gt;é a vida, que eu vi passar da janela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-6512740297209336024?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/6512740297209336024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=6512740297209336024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6512740297209336024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6512740297209336024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/12/ainda-ha-pouco.html' title='Ainda há pouco'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-7447359704793246360</id><published>2011-12-08T11:45:00.001-03:00</published><updated>2011-12-09T09:25:34.447-03:00</updated><title type='text'>O relógio e a ampulheta</title><content type='html'>Lá fora é breu, a noite é fria, escura e cinza&lt;br /&gt;vejo nas frestas das cortinas entreabertas&lt;br /&gt;enquanto me aquece o calor que emanana da lareira&lt;br /&gt;e do aconchego dos parentes que a cercam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus olhos, enxergo o brilho da harmonia&lt;br /&gt;e nos seus rostos, a sombra escura se desvanece&lt;br /&gt;sorrisos largos, que há muito tempo se escondiam&lt;br /&gt;ganham espaço pra explodirem em alegria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porta fechada nos protege do silêncio&lt;br /&gt;como as fitas de cetim, o conteúdo dos presentes&lt;br /&gt;estes embrulhos só se rasgam na hora certa&lt;br /&gt;enquanto cresce a curiosidade sobre ela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos sabem dela, ou o motivo da insistência&lt;br /&gt;que ela empenha no sumiço da existência&lt;br /&gt;fato é que, ignoramos sua presença&lt;br /&gt;pra suportar a dor que vem em nome dela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje a dor está distante, entrou de férias&lt;br /&gt;e ainda temos uns momentos que nos restam&lt;br /&gt;por isso, o vinho está na taça que me serve&lt;br /&gt;e os motivos de nosso choro são de festa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto abro caixas felizes que me deram&lt;br /&gt;penso no que queria do conteúdo desses frascos&lt;br /&gt;quem dera o presente nos fosse dado de presente&lt;br /&gt;pra desfrutarmos outra vez do instante raro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As rugas mudam os principais significados&lt;br /&gt;e as regras ficam mais exigentes com o empenho&lt;br /&gt;diferentes daquelas que já estávamos acostumados&lt;br /&gt;a burlar por motivos torpes que agora me escapam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os tique-taques mudam de instrumento&lt;br /&gt;e de sentido, se observarmos com sutileza&lt;br /&gt;uma hora a mais, no relógio antigo de parede&lt;br /&gt;é um grama a menos na ampulheta sobre a mesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instante fugaz, contornos frágeis da eternidade&lt;br /&gt;penso e desejo, como um conselho, para mim mesmo&lt;br /&gt;que a gente saiba queimar o pavil do tempo escasso&lt;br /&gt;ao lado de quem a gente ama de verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto se aproximam os lobos raivosos da saudade&lt;br /&gt;ouço de longe seus uivos, e protejo a chama acesa&lt;br /&gt;aqui dentro, o contentamento me ensurdece&lt;br /&gt;aos silvos do vento, que anunciam a tempestade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Patroni&lt;br /&gt;Campo Grande, MS&lt;br /&gt;08.12.2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-7447359704793246360?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/7447359704793246360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=7447359704793246360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7447359704793246360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7447359704793246360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/12/o-relogio-e-ampulheta.html' title='O relógio e a ampulheta'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-765348534123127999</id><published>2011-11-02T22:32:00.003-03:00</published><updated>2011-11-02T22:36:40.647-03:00</updated><title type='text'>Recomendação</title><content type='html'>Não permita que o seu ego te deixe cego.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-765348534123127999?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/765348534123127999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=765348534123127999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/765348534123127999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/765348534123127999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/11/recomendacao.html' title='Recomendação'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-8302044040435909320</id><published>2011-10-24T10:40:00.000-03:00</published><updated>2011-10-24T10:40:22.989-03:00</updated><title type='text'>O certo</title><content type='html'>O que é o certo?&lt;br /&gt;a) o ético.&lt;br /&gt;b) o exato.&lt;br /&gt;c) o estatístico.&lt;br /&gt;d) o comprovado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-8302044040435909320?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/8302044040435909320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=8302044040435909320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8302044040435909320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8302044040435909320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/o-certo.html' title='O certo'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-2281034922065561322</id><published>2011-10-23T18:01:00.004-03:00</published><updated>2011-11-02T02:56:11.647-03:00</updated><title type='text'>Dia de Samba</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IHG9bPFpQLk/TqR7x_4K-MI/AAAAAAAAAR8/ZfCknOUBL9E/s1600/IMG_5641-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-IHG9bPFpQLk/TqR7x_4K-MI/AAAAAAAAAR8/ZfCknOUBL9E/s640/IMG_5641-3.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Foto feita durante a inauguração da nova sede da Escola de Samba  Igrejinha. O sorriso dessas duas traduz o que o som do tambor  proporciona.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-2281034922065561322?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/2281034922065561322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=2281034922065561322' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2281034922065561322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2281034922065561322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/dia-de-samba.html' title='Dia de Samba'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IHG9bPFpQLk/TqR7x_4K-MI/AAAAAAAAAR8/ZfCknOUBL9E/s72-c/IMG_5641-3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-868636589605567077</id><published>2011-10-15T22:08:00.000-04:00</published><updated>2011-10-15T22:08:14.909-04:00</updated><title type='text'>Ajoelha</title><content type='html'>A subserviência diante dos grandes é covardia. Diante dos pequenos, humildade.&lt;br /&gt;Diga-me para quem te curvas, que eu te direi se serás eleito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-868636589605567077?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/868636589605567077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=868636589605567077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/868636589605567077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/868636589605567077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/ajoelha.html' title='Ajoelha'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-8246375961076293508</id><published>2011-10-15T02:39:00.005-04:00</published><updated>2011-10-15T02:42:33.633-04:00</updated><title type='text'>Três pontos que conduzem a humanidade</title><content type='html'>Ciência &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Religião&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Filosofia&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-8246375961076293508?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/8246375961076293508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=8246375961076293508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8246375961076293508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8246375961076293508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/tres-pontos-que-conduzem-humanidade.html' title='Três pontos que conduzem a humanidade'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-967523678426513692</id><published>2011-10-14T01:00:00.002-04:00</published><updated>2011-10-14T01:00:20.385-04:00</updated><title type='text'>Análise</title><content type='html'>A grande mazela da escola moderna é que ela deveria ensinar perguntas, mas oferece respostas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-967523678426513692?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/967523678426513692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=967523678426513692' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/967523678426513692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/967523678426513692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/analise.html' title='Análise'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-5996539008390949219</id><published>2011-10-12T23:15:00.004-04:00</published><updated>2011-10-23T18:19:33.670-03:00</updated><title type='text'>Discurso da formatura 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tempos atrás publiquei aqui o texto  do meu discurso, que fiz em março em homenagem aos pais ausentes para a  colação de grau da turma na qual me formei, a "Jornalismo UFMS 2010".  Hoje deixo aqui o link para o vídeo que a Foco Imagem Produções fez,  para que vocês vejam o maluco aqui cantando a música do Silvio Santos.  Haha... Mas falando sério, espero que o discurso provoque bons  sentimentos em você, e que chegue em um bom momento. Aí o vídeo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="goog_162632352"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_162632353"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/s715RUeIImo/0.jpg" height="400" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s715RUeIImo&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="640" height="400"  src="http://www.youtube.com/v/s715RUeIImo&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-5996539008390949219?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/5996539008390949219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=5996539008390949219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5996539008390949219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5996539008390949219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/discurso-da-formatura-2.html' title='Discurso da formatura 2'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-7247184927732192735</id><published>2011-10-12T22:54:00.007-04:00</published><updated>2011-10-23T18:15:05.244-03:00</updated><title type='text'>Entrevista sobre o TCC</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A convite do amigo Paulo Yafusso fui até à UCDB ser entrevistado pela primeira vez frente às câmeras. Hehe... foi uma experiência legal, apesar do suor que brotava das mãos enquanto esperava ser chamado pro palco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, a ideia da entrevista era falar sobre o documentário que fiz de projeto experimental para me graduar em jornalismo pela UFMS. Depois que apresentamos a primeira vez o documentário "Assalto à Gameleira - a Escolha dos Filhos do Estatuto" em dezembro de 2010, continuamos tocando o barco e outras apresentações surgiram. Este ano, a convite principalmente de assistentes sociais de várias cidades, prefeituras nos levaram para exibir o filme para o pessoal que trabalha e constitui a rede de garantias na área da infância e adolescência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época em que a entrevista foi gravada tínhamos ido a 14 cidades mais Campo Grande. No momento em que posto o vídeo aqui o número de cidades do interior subiu pra 15 (+ Campo Grande) e tivemos uma volta também, indo uma segunda vez para São Gabriel do Oeste, onde exibimos o vídeo para mais ou menos 900 alunos da rede pública de ensino em 8 exibições (inclusive em um assentamento nos arredores da cidade!).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, isso tudo é muito gratificante e mostra que vale a pena correr atrás de fazer um bom trabalho, se envolver com as histórias que nós, jornalistas, contamos e principalmente, que vale a pena ser cara de pau, como eu fui quando pedi pro Paulo Higa, hoje meu amigo, trabalhar nesse projeto comigo sem a promessa de qualquer retorno financeiro. Hehe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso aí, quem quiser pode conferir a entrevista no vídeo abaixo (o documentário não posso postar no youtube, nem dar cópias, mas sempre que rola exibição eu divulgo no meu facebook e twitter - @andrepatroni).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/eMwhYuIYwKk/0.jpg" height="500" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eMwhYuIYwKk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="640" height="500"  src="http://www.youtube.com/v/eMwhYuIYwKk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-7247184927732192735?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/7247184927732192735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=7247184927732192735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7247184927732192735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/7247184927732192735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/10/entrevista-sobre-o-tcc.html' title='Entrevista sobre o TCC'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-2594185158183395859</id><published>2011-09-01T12:44:00.001-04:00</published><updated>2011-11-02T03:16:14.976-03:00</updated><title type='text'>Onça's</title><content type='html'>Em uma manhã de segunda-feira recebi a visita do meu amigo Alexander Onça acompanhado de seu filho, Mateus, um figurinha! Aproveitei pra testar minha câmera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.vimeo.com/28448967"&gt;http://www.vimeo.com/28448967&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-2594185158183395859?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/2594185158183395859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=2594185158183395859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2594185158183395859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2594185158183395859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/09/oncas.html' title='Onça&apos;s'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-6955338294876945916</id><published>2011-05-06T17:42:00.007-04:00</published><updated>2011-05-06T20:29:55.813-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inspirações do cotidiano'/><title type='text'>Inspirações do cotidiano 02</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rolou uma exposição de obras de arte no Estoril, onde trabalho fazendo assessoria de imprensa. Havia várias obras, entre esculturas e telas. Conversando com os artistas percebi que alguns deles começaram a pintar em função de acontecimentos tristes. Admirei o processo de transformação daqueles sentimentos, como pessoas quem atravessam o submundo jogam o que tem dentro de si para a tela, para que aquilo seja apreciado pelo mundo. Aí, antes mesmo de escrever a matéria, escrevi os versos abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Da fruição &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quero te presentear com a essência invisível da minha memória&lt;br /&gt;também quero te preencher com imenso vazio, que é um fardo de peso&lt;br /&gt;quero embrulhar tudo isso em papel ordinário com laço imperfeito&lt;br /&gt;junto a esse nada infinito que eu trago comigo guardado no peito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero arrancar o seu riso daquele fracasso e do seu pesadelo&lt;br /&gt;que, outrora avalanche, cobriam, gigantes, a sua felicidade&lt;br /&gt;vou descobrir seus fantasmas guardados no fundo do seu velho armário&lt;br /&gt;e dispor diante dos olhos, que o haviam enterrado, o seu grande inimigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou transformar um segundo em abismo profundo de plena demora&lt;br /&gt;o tempo não passa agora, só ele dará fim ao seu desespero&lt;br /&gt;o sadismo que move o pincel deixa a tela exposta qual ferida aberta&lt;br /&gt;sentimentos flutuam e despencam, e desta montanha russa és um prisioneiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor e o pior do artista conjugam os verbos e tecem diálogos&lt;br /&gt;que prendem atenção do sujeito que logo transforma o semblante e a si mesmo&lt;br /&gt;assim como um vômito na tela vira pintura aplaudida e comprada&lt;br /&gt;Quem a observa absorve, incorpora quem outrora acumulava sentidos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;André Patroni&lt;br /&gt;Campo Grande, MS&lt;br /&gt;05.05.2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-6955338294876945916?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/6955338294876945916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=6955338294876945916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6955338294876945916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6955338294876945916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/05/inspiracoes-do-cotidiano-01.html' title='Inspirações do cotidiano 02'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-6006018665660625673</id><published>2011-04-25T21:30:00.005-04:00</published><updated>2011-04-26T18:49:59.601-04:00</updated><title type='text'>Discurso da formatura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em março colei grau e me formei jornalista. As reflexões em decorrência disso eu posto aqui mais pra frente, ou não. Esse post na verdade é pra reativar esse blog que faz mais de um ano está parado. Toda vez que venho vê-lo me deparo com a foto da Monja Coen e isso me lembra que não o atualizo há muito muito tempo, aquele texto escrevi na época que estagiava na Sato Comunicação, nem na TV Morena tinha entrado (e olha que lá eu fiquei um ano).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro motivo é que agora tenho um texto que pode figurar por aqui. Não peguei o jeito de escrever periodicamente pra um blog, então fica difícil atualizá-lo. Tendo em vista isso, minha amiga Lais, que se formou comigo, sugeriu que postasse meu discurso da cerimônia de colação de grau, que fiz em homenagem aos pais ausentes. Teve um pessoal que curtiu as palavras então pode ser que você que passar por aqui também goste.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente não sei se alguém filmou, queria mesmo ver, não por narcisismo, mas porque deve ter sido hilário ver um formando cantando a musiquinha do Silvio Santos, ainda mais por ser eu esse universitário. Haha. Espero que a empresa que a comissão de formatura contratou não dilacere o discurso, queria mesmo vê-lo inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, está aí o discurso! Espero que venha até você no momento certo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, só pra explicar, como eu não queria fazer um texto que deixasse as pessoas mais pra baixo que alguém que perdeu um parente, e para quebrar o gelo de um discurso frente a uma grande plateia, comecei de um jeito um tanto inusitado...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis o texto do discurso:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá lá lálálálálá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora é hora de alegria&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos sorrir e cantar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da vida não se leva nada&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos sorrir e cantar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá lá lá lá lá lálálálálá Êi!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só pra lembrar, eu tô aqui pra homenagear os pais ausentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu lembro que no dia em que divulgaram o resultado do vestibular, eu tava fora de Campo Grande. Quando eu voltei pra cá, no dia seguinte, meu pai foi me buscar na rodoviária e ali me deu um abraço apertado, muito feliz por aquela conquista. Foi um dos abraços dos quais nunca vou me esquecer. Por um descaminho do destino, no meu primeiro dia de aula, um semestre depois, ele não estava mais por aqui, tinha pegado o "trêm das sete", partido dessa pra melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas meu velho me praparou bem pro momento da sua partida. Ele dizia sempre: "filho, um dia eu vou ter que ir embora".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era até estranho conversar com ele sobre aquilo, mas foi daquela forma que ele conseguiu fazer com que eu me mantivesse forte diante daquela situação, que é muito difícil até hoje. Com sua forma de dialogar ele não só me preparou pra sua despedida, como também treinou muito bem meu olhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ausência tem um outro significado quando você treina seus olhos pra enxergar além. Basta enxegar "além" e não "O além". Foi assim que percebi que a ausência é um mito criado por quem não percebeu que eles apenas estão em outro nível de consciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu pai deu um livro pro meu irmão chamado "O Pequeno Príncipe". Basicamente ele catequizou a gente com a doutrina daquele livro fininho que se lê em uma hora. O livro não tá mais lá em casa, mas a contracapa a gente guardou. É que nela, meu pai escreveu com sua caneta de pena, uma mensagem que explica muito desse misterioso espaço entre o céu e a terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras de meu pai:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O amor é a maior força do universo, o amor ultrapassa barreiras e fronteiras que o homem desconhece."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa frase carrega uma filosofia que me orienta e que pode ajudar a todos vocês que têm alguém "ausente".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando você percebe o Amor como uma força do universo (assim como existe a atração da gravidade, ou entre cargas opostas, ou entre o homem e a mulher) você SE descobre como resultado de toda essa equação. E você vê que tudo o que existe faz parte daquilo que você também é. O universo é Amor. Mas aí o papo fica metafísico e eu vou precisar de um quadro negro e giz, pra desenhar os átomos do amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basta que a gente perceba que nada se cria, nada se destroi, tudo se transforma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo, quando passa pela Terra, deixa sementes de si mesmo. E por meio dos brotos que vencem o asfalto da vida, a gente consegue manter contato com aqueles que se tornaram invisíveis aos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A essência do meu pai se manifesta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na felicidade do meu sorriso; na honestidade das minhas escolhas;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na determinação e solidariedade da minha mãe;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na confiança, algumas vezes cega, que um de meus irmãos deposita nas pessoas;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na conduta exemplar com que o outro irmão dribla as adversidades no seu caminho;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na parceria e sabedoria do meu avô;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; no aconchego do abraço da minha vó;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; na alegria das nossas reuniões em família;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; no vento que levanta uma pipa;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; no cheiro da gasolina,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; nas derrapagens de uma corrida de kart em dia de chuva&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt; e até na música que é vinheta do Bom Dia Brasil, que ele tinha que assistir todos os dias antes de me levar pra escola. (Ocasionando atrasos frequentes)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São valores, momentos, sentidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, eu digo a todos vocês que eu represento nesse momento e que têm alguém teoricamente "ausente":&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A gente pode não perceber, mas eles também nos trouxeram até aqui. Esta vitória também é deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E depois de toda essa explanação, a minha consciência, que ainda está em processo de formação, chega ao veredicto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A morte não existe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A essência vence a ausência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida é muito maior que qualquer discurso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela não acaba no ponto final.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agradeço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;André Patroni&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-6006018665660625673?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/6006018665660625673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=6006018665660625673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6006018665660625673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6006018665660625673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2011/04/discurso-da-formatura.html' title='Discurso da formatura'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-2446688117283389836</id><published>2010-01-17T21:16:00.008-03:00</published><updated>2011-04-26T18:04:12.518-04:00</updated><title type='text'>Entrevista com Monja Coen</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/S1OpoDxKW1I/AAAAAAAAAI4/jXRdJ4xFZ6E/s1600-h/monja.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5427868481582947154" src="http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/S1OpoDxKW1I/AAAAAAAAAI4/jXRdJ4xFZ6E/s320/monja.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 213px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No tempo em que eu trabalhava na Sato Comunicação, a gente fazia um jornal interno chamado "OMugido", para a Famasul. Neste jornal a gente falava tanto dos fatos ocorridos na Casa Rural como de assuntos aleatórios, abordávamos temas bem diversos. Certa vez, para falar de relações humanas, optamos por entrevistar a Monja Coen, uma mulher muito cabeça. Enviei as perguntas por email, porque ela mora fora do estado. O resultado segue abaixo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta entrevista concedida à André Patroni, por email, Monja Coen fala sobre mudanças ao nosso redor e mais: como podemos mudar sem tropeçar nos outros, e nos desejos deles. Relaxe, e leia sem pressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: Como podemos aceitar melhor as pessoas ao nosso redor? Se no mundo há tantas desavenças, como, numa instituição de trabalho cheio das pressões mundanas, podemos ser compreensivos com nossos semelhantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: Estamos todos interconectados, interligados. Somos a vida da terra. Entretanto cada pessoa e cada grupo de pessoas tem seu papel no individual e no coletivo. Não há nada errado em haver dois grupos. Competir é natural. Competir para mostrar nosso melhor e provocar o melhor no outro. Não se acomodar. Mas não odiar nem rebaixar os outros.Quando reconhecemos no outro um aspecto de nós mesmos começamos a cuidar com respeito e ternura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido:Você tem parentesco com integrantes da banda “MUTANTES”, já que nosso assunto é mudanças, diga: analisando a si mesma, você se considera uma pessoa em constante transformação, uma “mutante”, uma “metamorfose ambulante”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: Somos mutantes. Somos a mudança, a metamorfose, a transformação. Agora, podemos escolher a direção, o caminho de nossa transformação. Depende do que fazemos, falamos,pensamos. Nada se mantem o mesmo. Tudo se transforma. A Terra girando e todo o Universo se movendo. Somos essa vida. Não viemos de fora, não iremos para fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: Sei que você gosta da frase de Gandhi “Seja a transformação que deseja ver no mundo”. Como aconselharia àqueles que acreditam que suas vidas sejam comuns, a fazer essa diferença, a transformarem-se na própria transformação que querem do planeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: Cada uma de nós é importante e o que fazemos altera a vida na Terra. Somos uma rede de fios luminosos onde em cada interseção há uma jóia luminosa espandindo luz em todas as direções. Somos essa luz. Onde quer que toquemos estamos interferindo, mexendo na rede. Assim como somos tocados por tudo que acontece no mundo. Quando cada um de nós, cada uma de nós se torna um átomos de paz, um átomo de não violência ativa, toda a humanidade caminha e se move nessa direção. Não podemos nos omitir. É importante participar e se manifestar. Somos a transformação, que sejamos para o bem de todos os seres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: Qual a mudança mais expressiva que aconteceu na sua vida? Como você aprendeu a aceitá-la?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja:Estou aprendendo a conviver com a velhice nos meus sessenta e dois anos de idade. Aceitando meu corpo mais frágil e ao mesmo tempo fazendo atividade física e Yoga para a saúde. Corpo-mente-espírito integrados. Cuidar para poder cuidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: Li que você acredita que o caminho para a verdadeira felicidade é pleno de transformações. Mas, qual o primeiro passo para compreendermos essas transformações como parte do caminho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: Fazer o bem, fazer o bem a todos os seres. Não se importar em ser reconhecida por fazer o bem e não deixar de o fazer mesmo quando rechaçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: O ser humano, como dizem, não sabe lidar com a ideia de caos, por isso cria regras, rotinas, estabelece crenças e planos. De que maneira a senhora acredita que podemos nos preparar para os momentos de caos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: Nada é seguro - esta é uma frase de Xaquiamuni Buda. Não há nada seguro. Não há nada no que possamos segurar e nos agarrar. Tudo se transforma. O que nasce inevitavelmente morre. E nessa teia, aparentemente caótica, vivemos cada instante em plenitude, sem economizar os ingredientes de nossa vida. Sem medo. Sem agressões. Intersendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mugido: Para finalizar, peço que a senhora deixe um conselho para essas pessoas, que trabalham todos os dias em um ambiente de escritório, em frente aos seus computadores e que nem sempre param para perceber coisas simples da vida, como, por exemplo, o azul do céu (não por falta de vontade, mas porque o mundo lhes ensinou que existem coisas mais “importantes” que ficar por aí caçando dor de pescoço de tanto olhar pra cima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monja: De hora em hora respire conscientemente, levante sua face, endireite a coluna, olhe para o céu e veja seu local na imensidão do universo. É preciso ter pausas, zerar a máquina para poder recomeçar melhor e tornar-se mais hábil para criar. Nada se repete e podemos ter, em cada instante, novas respostas e um novo olhar para a vida, Céu azul, folhas verdes, terra amada terra pura nosso corpo comum - estamos cuidando para podermos ser cuidadas? Perceba que vamos morrer e ao mesmo tempo como é maravilhoso viver e apreciar esta simples existência humana. O que fazemos mexe no todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Patroni - Sato Comunicação &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-2446688117283389836?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/2446688117283389836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=2446688117283389836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2446688117283389836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/2446688117283389836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2010/01/entrevista-com-monja-coen.html' title='Entrevista com Monja Coen'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/S1OpoDxKW1I/AAAAAAAAAI4/jXRdJ4xFZ6E/s72-c/monja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-5176547137222925926</id><published>2009-12-13T22:39:00.000-03:00</published><updated>2009-12-13T22:41:05.557-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SyWXho6TfhI/AAAAAAAAAIs/GkbpXhCjCAA/s1600-h/House.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SyWXho6TfhI/AAAAAAAAAIs/GkbpXhCjCAA/s320/House.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414900731156332050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-5176547137222925926?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/5176547137222925926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=5176547137222925926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5176547137222925926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5176547137222925926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/12/blog-post.html' title=''/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SyWXho6TfhI/AAAAAAAAAIs/GkbpXhCjCAA/s72-c/House.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-5162352649416387579</id><published>2009-09-25T12:01:00.009-04:00</published><updated>2011-05-05T01:01:08.328-04:00</updated><title type='text'>17º FUC</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Eis os 15 mais longos segundos de minha vida.&lt;br /&gt;VT de divulgação do 17º Festival Universitário da Canção.&lt;br /&gt;Segue a mesmíssima linha do vídeo do Sarau.&lt;br /&gt;O release da prefeitura saiu no &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;a href="http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=557954&amp;amp;canal_id=7"&gt;Midiamax&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;, e o vídeo também! :P&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;(*Agradeço, Andrew Kramer)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7A97_rjI2OQ?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7A97_rjI2OQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-5162352649416387579?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/5162352649416387579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=5162352649416387579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5162352649416387579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/5162352649416387579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/09/17-fuc.html' title='17º FUC'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-8403477012250326826</id><published>2009-09-22T15:16:00.009-04:00</published><updated>2011-05-05T01:03:07.391-04:00</updated><title type='text'>Sarau do Barbaquá!</title><content type='html'>&lt;span style="color: #996633;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este é o vídeo de divulgação do Sarau do Barbaquá. A idéia era pegar depoimentos dos artistas que participam e produzir um vídeo pra enviar pelo orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gravações foram realizadas no dia 16.09.2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição quis explorar alguns elementos dinâmicos com uma trilha bem marcada, principalmente no início, pra prender atenção do pessoal. Deu certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimento aos que participaram, e, em especial, a Andrew Kramer, que tem os melhores tutoriais que eu já vi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hehe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #996633; font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HWLd56SR_HI"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #996633; font-weight: bold;"&gt;&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HWLd56SR_HI?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HWLd56SR_HI?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-8403477012250326826?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/8403477012250326826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=8403477012250326826' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8403477012250326826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/8403477012250326826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/09/sarau-do-barbaqua.html' title='Sarau do Barbaquá!'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-1899315162307055828</id><published>2009-09-15T10:53:00.003-04:00</published><updated>2011-04-27T02:17:49.925-04:00</updated><title type='text'>Editar é escolher</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De todas as funções determinadas dentro de uma empresa jornalística, a de maior pressão e responsabilidade é a edição. Claro, esta afirmativa pode subjugar o papel do repórter, ou do diagramador, fotógrafo, motorista, enfim, de todos os ocupantes dos demais cargos dentro da empresa, que, devido a essa promoção do ato de editar acabam circunscritos em uma esfera inferior ou de menor responsabilidade. Não é isso. O peso do cargo de editor advém do leque de responsabilidades a ele atribuídas, que ultrapassam a esfera da notícia. A miscelânea de assuntos que pipocam na cabeça de um editor, reúne desde assuntos de extrema relevância, como a seleção das notícias a serem estampadas na capa da edição, ou a conduta em relação à determinada cobertura, a assuntos menos diretos, mas não menos exigentes, como a relação existente entre os funcionários sob sua tutela com as diretrizes da empresa jornalística. São inúmeras as questões a serem resolvidas, mas o que dificulta ainda mais a vida do editor é que todas estas são rotineiras, fazem parte da cadeia produtiva e possuem significativa importância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se elucida a função do editor e se esmiúçam suas responsabilidades, podemos nos indagar se é humanamente possível suportar tantas questões bombardeando o universo mental durante de uma reunião de pauta, ao longo de um dia, de um mês, no decorrer de uma vida. Qual a expectativa de vida de um editor? Quantos comprimidos são necessários para que consiga dormir? Toma quantos litros de café por dia para que suporte não dormir? Enfim, estas dúvidas podem martelar a cabeça daqueles que se deparam com a realidade da prática editorial. Uma vida de permanentes conflitos, auto-avaliações, gerências, decisões, escolhas, e o que mais incomoda é saber que existem pessoas que escolhem espontaneamente esta vida para si. Dentro de uma empresa, o cargo de editor é o mais ilustre. O lugar mais alto no pódio. Mas, ele exige tanto, consome tanta energia, que esgota qualquer possibilidade de comemoração, principalmente diante de tantas críticas e insatisfações. Afinal, nunca será suficiente. Haverá descontentamento por parte dos empresários donos do capital investido, por parte dos jornalistas sob sua orientação, dos assinantes de seu material, e do mercado no qual se insere. Para Juarez Bahia, o trunfo do editor é sua própria consciência na hora de dar a última palavra, pois ainda que sensível às ponderações dos que o cercam, estará baseado apenas naquilo que acredita no momento da decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com tantos apelos humanos, a rotina jornalística é tão rica em termos de conflitos que poderia saciar toda fome dos roteiristas de plantão e, por isso, não passaram despercebidos dos holofotes cinematográficos. Vários são os filmes que contemplam esta rotina com seu fluxo intenso, suas investigações, decisões, e dilemas. Em geral, idealizam-se as pautas e reportagens como grandes aventuras, e o papel do jornalista como algo parecido com o de um super herói. Exemplos disso podem ser observados desde os quadrinhos do belga Hergé, com seu protagonista, Tintim, passando pelas aventuras heróicas de Super-Homem (o contido Clark Kent do Planeta Diário), do Homem Aranha (que tirava fotos pra um tablóide), até universo mais real de Todos os Homens do Presidente, The Paper, Cidade de Deus e, o mais recente, State of Play. Assistir a estes filmes com olhar acadêmico equivale a ponderar sobre a função exercida pelo jornalismo, e pelos atores do universo jornalístico. Em cada uma das histórias podemos notar a forma como são interpretadas a funções e o alcance dos produtores de informação. Além disso, o trato de alguns desses filmes com o produto informação, sugere a quem os assiste a relevância atribuída pelos profissionais da imprensa, bem como a delicadeza com a qual tratam do assunto. Nem todos personificam no editor a síntese dos questionamentos de ordem moral ou psicológica, costumam-se atribuir estes dilemas ao jornalista-repórter. No geral, em filmes de ficção, os editores são tidos como mercenários, capitalistas em busca de uma tiragem maior para seu produto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas é necessário que se saiba que nem sempre é assim. Deve-se humanizar o papel do editor, e desmistificar o jornalista como herói, pois nem sempre este o é. Não existem personagens e condutas definidas, cabe a cada um a construção de suas diretrizes, as quais nortearão sua maneira de produzir. Juarez Bahia defende que a função do editor exige uma longa e solitária jornada, voltada a atender o leitor, ouvinte e espectador com a mesma dedicação de um político ao eleitor, e não só. Sua prioridade, portanto, é o destinatário da notícia, por quem busca superar entre outras coisas os desafios de espaço e tempo. O produto final está sob sua responsabilidade e com esse compromisso o editor se move entre regras cujos extremos são o lucro e a honra. Aos editores cabe fazer com que suas publicações sejam indispensáveis. Ele é quem deve compatibilizar o trabalho coletivo com os prazos industriais estabelecidos pelo horário de fechamento do jornal. Luiz Costa Pereira Júnior afirma que ser editor é um teste de caráter, e acerta em cheio nesta afirmação. Continua, dizendo que é ele quem talvez mais revele de si na operação do próprio trabalho. Pois claro, é por meio de suas decisões e opções que se revela e é o único que tem aval para expor seus direcionamentos. O editor possui o conhecimento do alcance de seu poder tanto internamente quanto externamente à empresa jornalística, o que amplia o grau dos dilemas reinantes em suas reflexões. Publicar ou não publicar? Destacar ou não? Averiguar antes de provocar o furo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em alguns casos, é preferível que se “coma barriga”, como no caso Escola Base, onde houve quem deixou de publicar por, a princípio, não atribuir crédito à história. Outro risco que se corre é ser fisgado pelas pautas vindas de assessorias de imprensa. Considerando o universo simbólico da notícia e sua importância no jogo de interesses, cabe ao editor ainda mais que aos jornalistas, orientar de modo consciente a cobertura de pautas sugeridas por releases. É o que se trata no filme Wag the Dog, onde uma guerra fictícia toma o lugar das manchetes na véspera das eleições presidenciais dos Estados Unidos, com a finalidade de desviar a atenção da opinião pública sobre escândalos sexuais na Casa Branca. No filme, a imprensa cai feito pato. A dúvida é quanto dessa manipulação existe no mundo real.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É necessária a renovação permanente das avaliações do fazer jornalístico individual, que essa reflexão faça parte do cotidiano dos jornalistas, pois caso contrário, cai-se na esfera da obviedade proporcionada pelo hábito. Como descreve Luiz Costa, as mesmas broncas recorrentes, o mesmo direcionamento recorrente, proporcionam o engessamento do fazer jornalístico e cria procedimentos padrões que perpetuam a linha editorial dos veículos de comunicação. É contra esse engessamento e esse padrão que deve-se lutar constantemente. Tanto editor quanto repórter, seja por meio da autonomia seletiva quanto do estatuto profissional. Na realidade, não cabe apenas ao editor a função de selecionar, pois peneira muito maior ocorre na produção das pautas. Em jornalismo tudo é seleção. Como uma síntese da vida, esta profissão diz respeito à escolha, decisão, diálogo, compreensão e leitura de mundo. O fluxo intenso resumido na figura do editor pode consolidar essa metáfora. Ele é o responsável pelo jornal, pelas relações internas, externas, com o público, com os concorrentes, com a indústria, com a produção. Acima de tudo, porém, o editor deve ser responsável por si mesmo, pelas suas condutas, escolhas e constante auto-avaliação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-1899315162307055828?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/1899315162307055828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=1899315162307055828' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/1899315162307055828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/1899315162307055828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/09/editar-e-escolher.html' title='Editar é escolher'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-1173154648964347675</id><published>2009-09-09T07:04:00.005-04:00</published><updated>2009-09-15T10:53:08.910-04:00</updated><title type='text'>O Caduhouse</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SqeMQQ9g1vI/AAAAAAAAAH4/F6nuksuZI58/s1600-h/link_click_count.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 249px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SqeMQQ9g1vI/AAAAAAAAAH4/F6nuksuZI58/s320/link_click_count.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379422490976114418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-1173154648964347675?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/1173154648964347675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=1173154648964347675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/1173154648964347675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/1173154648964347675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/09/o-caduhouse.html' title='O Caduhouse'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SqeMQQ9g1vI/AAAAAAAAAH4/F6nuksuZI58/s72-c/link_click_count.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-3326570516989955020</id><published>2009-08-03T22:55:00.006-04:00</published><updated>2011-05-06T20:30:16.623-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inspirações do cotidiano'/><title type='text'>Inspirações do cotidiano 01</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, acho que vale a pena deixar explícito que não sou pretencioso o suficiente pra sugerir que esse blog seja uma ferramenta de crítica ao mundo e aos jornais e ao jornalismo. Isso é só um blog, onde só entra quem me conhece, então, sejamos realistas, é como um pedaço de papel escrito que está colado num poste qualquer: tem gente que para pra ler, tem gente que passa reto pra nunca mais. E outra, mesmo que fosse muita gente nessa rua que o poste atravessa, não vou ser babaca ao ponto de falar o que é certo ou errado, porque nem eu (acreditem, nem EU) sei direito isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, agora segue esse post.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha querida cunhadinha, noiva de meu irmão mais corinthiano, optou, certa vez, por, durante um dia inteiro, não se deixar estressar! Quem conhece a Marina, pelo menos quem é cunhado mais novo dela, sabe que isso é muito difícil. Mas ela foi vitoriosa neste intento, graças a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este post é na verdade o resultado desse fato como uma inspiração cotidiana! Eu achei um barato essa parada de não se estressar por um dia e resolvi montar umas rimas sem-vergonhas e fiz isso aí abaixo. Antes de ler saiba: não é de autoria de Vinicius de Moraes, portanto...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Só por hoje&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Só por hoje, eu vou dizer SIM&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vou sair à rua&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tomar banho de chuva&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sentir o cheiro do capim&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Só por hoje, não vou complicar tanto&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Serei mais humano&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E, para meu espanto&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Mundo se abrirá para mim&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Só por hoje, não contarei as horas passadas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas sim, os minutos que faltam até o dia acabar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fazendo com que eles se estendam ao máximo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ao sentir o meu sincero pesar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje conversarei com pessoas nas ruas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E tomarei todas as multas dos guardas da solidão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que teimam em notificar os amantes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que seguem pela contramão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje eu não reclamo de nada&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Nem da louça suja e muito menos das pessoas estúpidas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que, frente a minha renúncia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ficarão estupefatas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje não grito, não berro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje eu apenas sossego&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Deito na rede e me entrego&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Depois de ouvir tanto prego&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Martelar minha paciência de ferro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tentando me desconcentrar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje sou só FELICIDADE&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Rompo com todo lamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Desamarro esse sofrimento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Solto o brado da garganta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Peço alguém em casamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Faço o almoço e a janta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E não serei mais um sacripanta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que se entrega à custa de nada&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje eu aceito a pedidos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Emprestarei meus ouvidos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A quem precisar ser ouvido&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E exercitarei os sentidos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Com aquilo que o mundo oferece&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje, minha única mania&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É aceitar a boa companhia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Daqueles que deixam saudades&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Deixarei de dormir um instante&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E, dessa maneira brilhante,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Viverei mais um instante&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Guardado pra posteridade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Hoje, de novo criança&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sorrirei com força e vontade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Lutarei com toda esperança&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Pra prolongar essa felicidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;...já tô até sentindo saudade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;André Patroni&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;03.08.2009&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Campo Grande, MS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-3326570516989955020?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/3326570516989955020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=3326570516989955020' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/3326570516989955020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/3326570516989955020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/08/so-por-hoje.html' title='Inspirações do cotidiano 01'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-4952674467333992805</id><published>2009-07-10T22:35:00.012-04:00</published><updated>2011-04-26T23:50:06.691-04:00</updated><title type='text'>Entrevista com Marcelo Tas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis a reprodução (ctrl c + ctrl v) de uma entrevista com o Marcelo Tas realizada pela revista do Itau, a Continuum. Repare com atenção na última pergunta, hehe... Ah, pra quem quiser saber, esta é a cópia da edição online da revista, mas há a versão impressa e você pode recebê-la gratuitamente em sua residência. Basta enviar um email para continuum@itaucultural.org.br e ver a possibilidade de ser inserido no mailing da revista. Ela começou a ser bimestral desde o início deste ano. Tem matérias interessantes além de uma diagramação simples que eu considero muito equilibrada. Enfim, fica a sugestão. Agora, à entrevista...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;........................................................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/bcodeimagens/imagens_publico/01330211179P.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.itaucultural.org.br/bcodeimagens/imagens_publico/01330211179P.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 251px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 202px;" /&gt;&lt;/a&gt;......................................................................................................................................................................... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Por Marco Aurélio Fiochi | Fotos Cia de Foto&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A intimidade de Marcelo Tas com os computadores vem de longe: começou em um aperfeiçoamento em cinema e TV na Universidade de Nova York (NYU), na década de 1980, tempos em que a informática não era assunto corriqueiro como é hoje e o PC nem sequer tinha sido inventado. Desde esse primeiro contato, que se deu por acaso, devido à curiosidade que herdara de sua formação em engenharia, Tas vem construindo com grande atenção sua presença virtual, que hoje é tão importante quanto a atuação como jornalista e comunicador de TV. Um ranking realizado em 2008, por exemplo, posicionou-o entre os três perfis mais seguidos do Twitter brasileiro, e sua participação na rede (com o blog marcelotas.uol.com.br) contribui para torná-lo um dos formadores de opinião mais importantes da atualidade no país. Âncora do programa semanal CQC, da Rede Bandeirantes, ele não credita sua participação bem-sucedida na internet a nenhuma fórmula mágica. "Quando as pessoas me falam 'você pauta, você traz notícias', digo que não. Só ouço com atenção o que me chega e separo o que acho relevante." Ao analisar o impacto da conectividade na vida das pessoas, Tas define o momento como uma fase de transição que a seu ver nunca terminará. "Estamos em um novo estado permanente, um mundo, literalmente, mais etéreo." O apresentador reforça ainda a importância da conexão através do olhar, do contato com o outro e com o próprio corpo como antídoto à sedução provocada pela conexão ultrarrápida da web. Em tempo: o título desta entrevista, cujas perguntas foram criadas por leitores da Continuum, é uma brincadeira com o número de seguidores do perfil @marcelotas no Twitter. Mas é bom ressaltar que, graças à popularidade de seu criador, esse enorme contingente de pessoas poderá já ter se alterado quando você estiver lendo esta edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ao que você atribui o alto grau de participação dos brasileiros em redes sociais, se comparado ao restante do mundo? Seria carência social ou procura de identificação em nichos? &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(Arieta Arruda, Curitiba/PR)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se deve a duas coisas: o Brasil tem uma distância intransponível, infinita do resto do mundo. É um país que se coloca espiritualmente longe de todos, de tudo, apartado do primeiro mundo. Tem complexo de cachorro magro e, ao mesmo tempo, a esquizofrenia de não se inserir na América do Sul. Com isso, despreza uma riqueza gigantesca que está ao seu lado, na Colômbia, na Argentina, no Chile, no Paraguai... A América do Sul tem uma história belíssima, muito próxima dos brasileiros, e nós estamos muito mais voltados para a Europa, os Estados Unidos, Miami, que é quase uma cidade brasileira. O outro motivo se resume numa palavra: gambiarra. Não faço um elogio ao precário e ao malfeito. Falo de quem consegue superar, com criatividade, nosso estado real. Não podemos perder de vista o fato de vivermos num país desigual, cheio de injustiças e dificuldades. Mas o brasileiro tem um afeto pela tecnologia; e a gambiarra é o drible tecnológico que dá em suas deficiências. É o puxadinho, a antena de TV com Bom Bril nas extremidades, o gato, o benjamim apinhado de tomadas, o remendo no fio do ferro de passar roupa ou do computador. O brasileiro abre o computador com a mesma intimidade que abre um Sonho de Valsa. A gente não tem pudor com a tecnologia. Quando se vê um europeu mexendo num equipamento, ele tem respeito, tem medo, não aperta qualquer botão. O comportamento do brasileiro facilita a profusão de pessoas que usam as redes sociais no país. É uma intimidade com o meio, com a tecnologia e, obviamente, um exercício natural da nossa sociabilidade. Adoramos conversar, contar as coisas da vida. Isso se reflete na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como você vê o impacto da conectividade na vida das pessoas? Até que ponto a superexposição causada pelos blogs, pelo Twitter e até mesmo pela TV é positiva? &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(Luciana Morgado, São Paulo/SP)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superexposição é positiva até o ponto em que ajuda as pessoas a conhecerem-se a si mesmas. Somos nós que a geramos. Parece que isso é causado por algum vírus, algo que está dentro do computador e que puxa as pessoas. Quem não gosta disso não se mostra na internet, assim como não é visto nas revistas de fofoca, ou no Orkut, ou no Big Brother Brasil, ou numa festa. O mundo virtual é um reflexo do mundo real. Quem é exibido no mundo real terá essa característica potencializada no mundo virtual. Depende do discernimento de cada um usar as ferramentas virtuais e saber até onde quer se expor. É um mundo muito sedutor, mas que também pode ser nocivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Você acredita que os milhões de brasileiros que não possuem acesso à internet são representados hoje na mídia? Tenho a impressão de que redações jornalísticas, produtoras de vídeo e agências de comunicação se concentram mais no que é visto na web do que na vida real daqueles que não têm acesso à internet e que também têm interesses, necessitam de informações.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;(Simone Castro, Itajaí/SC)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo em parte com esse pensamento, mas temos que enxergar a mudança gigantesca que vivemos. Eu era adolescente nos anos 1970 e 1980, quando a publicidade vendia uma marca de cigarros chamada Hollywood com o seguinte slogan: "O sucesso". As pessoas que apareciam naqueles comerciais eram atléticas, superbonitas. Aquilo significava sucesso, era uma mensagem muito direta. Hoje, isso não tem o menor espaço. As mídias não estão mais somente nas mãos do comercial de 30 segundos ou da primeira página da revista que estampava um maço de cigarros e alguém surfando numa onda gigantesca, com o slogan "O sucesso". Atualmente, existe uma representatividade muito mais ampla por meio da internet. Esse é um caminho sem volta. O cidadão participa mais, mesmo se levarmos em conta o baixo índice de acesso à rede - o que é relativo, porque no Brasil já se tem algo em torno de 60 milhões de internautas. Até o caboclo que vive a três horas de barco de Santarém, na Amazônia, é afetado pela rede. A notícia chega até ele numa velocidade como nunca chegou. Não porque ele acessa um site, mas porque o barco que vai até ele para levar gelo e sal leva também a informação que acabou de sair na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quando e como foi seu primeiro contato com a internet?&lt;/b&gt; &lt;i&gt;(James H. Prado, São Paulo/SP)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro contato foi um susto. Ele aconteceu na década de 1980, quando ainda não se falava em computador. Eu fazia um curso de pós-graduação em cinema e televisão na NYU, em 1987, com uma bolsa de estudos da Fullbright. Em um departamento que havia nessa universidade, vi um dia caixas de computadores empilhadas, que eu não sabia o que eram. Fui bisbilhotar e descobri que nesse departamento havia um curso que estava ganhando muita força naquele momento, o Interactive Telecommunications Program. Não havia computador pessoal, só aqueles usados em universidades e empresas. Pedi a prorrogação da bolsa e fiz esse curso, em 1988, no qual tive acesso ao primeiro Macintosh. Eu levei um choque! A biblioteca da NYU já era totalmente on-line e nela podiam-se fazer pesquisas em rede, com cruzamentos, igual ao que se faz hoje com o Google. Eu passava horas lá fazendo cruzamentos de informações, para adquirir experiência e por perceber que aquela era uma ferramenta interessantíssima. Ao voltar para o Brasil, só conseguia conversar com pouca gente sobre essa rede. Tinha alguns amigos nerds naquela época, pois fiz engenharia na Poli [Escola Politécnica da Universidade de São Paulo], e só eles entenderam o que eu estava falando. Mudei-me para o Rio de Janeiro no começo da década de 1990, onde tive acesso ao primeiro provedor brasileiro, o da ONG Ibase [Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas], coordenada na época pelo Betinho [o sociólogo Herbert de Sousa]. O Ibase proveu acesso à internet ao público brasileiro, seus integrantes foram pioneiros. Meu primeiro e-mail foi da Alternex, o provedor de acesso do Ibase. Registrei esse endereço em 1992, logo no início, quando o serviço começou a funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desde quando você usa o Twitter e como descobriu essa ferramenta? Você imaginaria que seria uma das pessoas mais seguidas no Brasil?&lt;/b&gt; &lt;i&gt;(Bruno Daniel Puga, São Paulo/SP)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca imaginei que isso fosse acontecer! Eu comecei a usar o Twitter em 2007. Quando surge uma ferramenta, eu sempre me registro e tento entender como ela funciona. Muitas delas não duram, mas as experimento e depois as esqueço. Percebo que algumas outras nasceram antes da hora, como o Second Life, no qual também me registrei e cheguei a usá-lo. Há ainda aquelas em que apostei muito que dariam certo e não deram, como o Joost, uma TV a cabo sem limites, de graça, na internet. Fui um dos primeiros a me registrar nele, mas não decolou. No caso do Twitter, sempre usei essa ferramenta muito intensamente, desde o começo. Em 2008, fiquei entre os três mais seguidos do Twitter brasileiro, o que foi um susto para mim, porque os outros dois são meganerds, que respeito muito, o Cris [Cristiano] Dias e o Carlos Merigo. Muita gente me pergunta como faço para ter tantos seguidores no Twitter. Penso que a gente imprime na rede a nossa experiência. Não há fórmula mágica. Às vezes, até se tem muita coisa para oferecer, mas não se sabe como. Talvez a linguagem não seja a mais adequada, ou a pessoa pode ser muito popular, mas a maneira como se comunica não é. O verbo da era em que vivemos é ouvir. Temos que aprender a ouvir, senão não sobreviveremos. Quando as pessoas me falam "você pauta, você traz notícias", digo que não. Só ouço com atenção o que me chega. Gasto muito tempo ouvindo e separando o que acho relevante. Não sou eu que sei de tudo, mas tenho uma rede poderosa de pessoas às quais ouço e respondo e que respeito. Eu me corrijo quando erro, brigo, debato, discuto... Acho que isso gera confiança nas pessoas para que me procurem e compartilhem informações comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Até que ponto a utilização de redes sociais pode ser viável no desenvolvimento pessoal e profissional de uma pessoa, sem que ela seja prejudicada pelo excesso de informação e se perca no gerenciamento de sua "vida virtual"?&lt;/b&gt; &lt;i&gt;(Daniel Medina, Jundiaí/SP)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom termômetro são os olhos dos nossos filhos ou dos nossos melhores amigos. Para mim, o termômetro é a conexão afetiva. No dia que seu filho começar a achar que você é um idiota, é melhor tomar cuidado. Aliás, é melhor tomar cuidado antes disso. Não significa que dentro do computador mora um demônio, mas somos cobaias de uma fase de transição. É fácil ficar grudado nessa cola sedutora que é a conexão ultrarrápida. O que nos salva é que continuamos tendo de comer, dormir, cuidar do cachorro. Sugiro às pessoas: tenha um cachorro, um gato, de preferência filhos, namorados. Isso é o que importa no fundo. E as redes, meios de troca de informação, de imagem, devem servir a isso. Não é preciso separar uma coisa da outra. Há pessoas que falam: "Agora vou me desligar do computador". Isso é bobagem. Checar o Twitter, por exemplo, é muito rápido, não é uma violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que você acha dos fakes [perfis falsos] espalhados pela internet, inclusive no Twitter? &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(Weslei Rodrigues, Antonio Carlos/MG)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Há dois tipos de fake. O primeiro é resultado de uma sátira, que pode ser muito legal. É o caso do Victor Fasano, o fake mais famoso do Twitter (@vitorfasano). Não é o ator real, todo mundo sabe disso, mas, sim, um personagem. Ele aborda a realidade pela ótica do Victor Fasano, faz comentários sobre tudo, o Lula, o Big Brother, a seleção brasileira, é genial. Acho que esse cara é um dos maiores comediantes do Brasil atualmente, e ninguém sabe quem ele é. Mas há um segundo tipo, que causa confusão no público. Já criaram fakes meus para oferecer ingressos para a gravação do CQC e para xingar pessoas. Quando há a conotação de falsear uma identidade, o público demora a perceber. E isso é crime. Há muita confusão devido à fase transitória em que vivemos. As pessoas acham que cometer tais ações na rede não é ilícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O impacto da incorporação da internet em aparelhos como celulares e TVs acarretará uma supervalorização da informação? &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(Adaildo Neto, Rio Branco/AC)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação sempre foi valorizada. Quem a processa ou a pesquisa tem poder, como os cientistas, os artistas. Eles detêm algo muito poderoso. O mesmo para quem detém a informação do espírito. Não é à toa o crescimento do número de igrejas, de terapias. Tem poder, também, aquele que procura aprofundar a informação. Ela não é mais um bem tão valorizado; o que tem valor é o conhecimento, que é como se aprofunda uma informação. Valem mais as conexões que se fazem entre os fatos do que os fatos em si. Muitos professores implicam com seus alunos por causa da internet, do celular. Eles deviam proceder de outra forma, pois têm uma chance raríssima de exercer apenas a função primordial de sua profissão, que é promover o debate, os insights, aprender junto, gerar o movimento do saber com seus alunos e não apenas trazer coisas para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como você analisa a prática do jornalismo no mundo contemporâneo e o diálogo dos profissionais da comunicação com as ferramentas modernas e com a sociedade? Percebe-se a pobreza de pautas, além da infinita reprodução de releases. Com tanta informação disponível a um clique, você acredita que os jornalistas estejam cientes de que seu papel está em processo evolutivo e que lhes será exigido mais apuração, mais pesquisa e mais riqueza em suas reportagens? &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(André Patroni, Campo Grande/MS)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer paradoxal, mas creio que o jornalismo vive uma época de ouro. Apesar do sucateamento dos veículos de comunicação, há muita gente interessante que agora tem outros meios de fazer jornalismo. E há outras pessoas também interessantes que continuam a fazer o jornalismo tradicional. Podemos selecionar o que ler de uma maneira muito mais abrangente. O mundo está mais generoso com o talento das pessoas. Essa é mais uma característica dessa fase de transição de que falei há pouco. É uma transição que talvez não acabe nunca. Vivemos numa fronteira que não é e nunca será definida. Estamos em um novo estado permanente, um mundo, literalmente, mais etéreo, que escorrega, que não conseguimos pegar. Esse estado é, inclusive, mental, espiritual. Por isso, é importante a conexão pelo olhar, o contato com o outro e com você mesmo, com seu corpo. Hoje quase todos nós, invariavelmente, temos dores nos braços por ficar muitas horas em frente de um computador. É bom ouvir os sinais dados pelo corpo, pois tenho certeza de que daqui a cinco, dez anos a pauta da saúde vai ser uma pandemia de LER [lesão por esforço repetitivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;......................................................................................................................................................................... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui está o link desta &lt;span style="color: #996633;"&gt;&lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2720&amp;amp;cd_materia=1030"&gt;entrevista&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lá você também poderá ter acesso a outros conteúdos do material impresso.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-4952674467333992805?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/4952674467333992805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=4952674467333992805' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/4952674467333992805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/4952674467333992805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/07/entrevista-com-marcelo-tas.html' title='Entrevista com Marcelo Tas'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7508119894536450438.post-6647738570339175051</id><published>2009-07-05T03:19:00.018-04:00</published><updated>2011-04-26T18:49:23.758-04:00</updated><title type='text'>Asas nos pés</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Do intuito do blog&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilíbrio. Eis a síntese da maturidade. Seja ela espiritual, passional, profissional ou circense. O equilíbrio é a meta, mesmo que não saibamos este é o alvo. Todos nós queremos, em certos momentos da vida, amar demais, viver demais, beber demais, dormir demais, ao mesmo tempo em que almejamos chatear-nos menos, chorar menos ou mesmo, sermos menos aborrecidos. Com o derramar da areia nos bojos das ampulhetas temporais, percebemos que nossa coleção de fios brancos no couro cabeludo trouxe consigo não apenas as firmes e profundas cicatrizes da idade, como também o ar sereno de quem sabe atravessar de uma ponta a outra, em meio a uma turbulenta tempestade, a trêmula corda bamba dos sentimentos. Este é o símbolo da maturidade: equilíbrio. Não digo que é preciso viver uma vida morna, pelo contrário, o que é morno é insípido e o cuspimos tão logo sentimos o seu sabor de puro nada. A vida deve, sim, ser vivida, e de maneira intensa, com o fôlego faltando e com a plena sensação de que vivemos. O fato é que a maturidade exige ponderação. A maturidade que busco com essa ferramenta de comunicação que é o blog O Caduceu se constitui em uma tentativa de manter um olhar ponderado, multiperspectivo e equilibrado do mundo que me acolhe. Escolhi para mim uma profissão que creio muito incompreendida: o jornalismo. Incompreendida não apenas pelos editores com suas sombrancelhas arqueadas de espanto e medo quando se lhes sugerem algo diferente; não apenas incompreendida pela sociedade que lê jornais como um amontoado de informações desconexas e distantes; incompreendida não apenas por universidades que insistem em moldar os jovens apaixonados à crueza do lead e repudiam todo e qualquer nariz de cera; esta bela profissão, este ofício, este caminho cujo nome é jornalismo, tornou-se incompreendida também pelos profissionais e atuantes do jornalismo. Esqueceu-se o nobre sentimento de propor uma nova visão da realidade, camuflou-se a intenção de revelar aos olhos do mundo aquilo que este quer varrer para debaixo do tapete, cavaram um buraco bem fundo e tacaram todas as belas intenções lá dentro. Hoje, leio jornal como quem recebe newsletter das assessorias de imprensa. Releases, apenas releases. Qual jornal deste estado pantaneiro mantém um repórter especial, que cubra uma história com o zelo que ela merece antes que seja publicada? Meu estágio em assessoria monitorando informações me deu esse olhar realista da imprensa. Não é algo que se queira, simplesmente acontece. Nos sites exigem aos recém chegados que atualizem as informações com uma periodicidade incompreensível. É óbvio que o formato de site é para este fim, notícias por minuto, mas quantas são as infinitas possibilidades desperdiçadas? Em termos de suporte, excluem-se o potencial do vídeo, do áudio, bem como do fotojornalismo. Apenas textos, pobres textos. Leia uma notícia em um grande site de notícias regional e depois busque a mesma informação em seus concorrentes. Verá uma infinidade de cópias, às vezes integrais. O fato, é que alguém é pago para copiar e colar. Certamente este sujeito não quer isso para sua vida. Ninguém busca em sua existência este ideal: ganhar mal para apertar uma seqüência de botões e garantir o seu lugar ao Sol. Em sua essência, todos querem o melhor, e o melhor será sempre o melhor, e não a cópia do melhor. Isso soa romântico, não? Por que ser romântico? Alguém pode, então, dizer que no mundo real não há espaços para romantismo, mas aqui, no blog, mundo digital, há! Existem pessoas que criam um avatar, outras vivem second life, outras ainda criam perfis falsos no Orkut. Minha chance de ser eu é esta, O Caduceu.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Do motivo para o nome&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso você conheça um pouco de simbologia, ou é formado em ciências contábeis, deve estar pensando: que sujeito é esse que se utiliza de um símbolo da Contabilidade para fazer um blog sobre jornalismo? Explico. E explico com uma proposta! A essência do significado do Caduceu está representado nessas definições (extraídas de sites – como os releases citados acima):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A lenda do caduceu relaciona-se ao caos primordial (duas serpentes lutam) e à sua polarização (separação das serpentes por Hermes), sendo que o enrolamento final ao redor da vareta realiza o equilíbrio das tendências contrárias em torno do eixo do mundo, o que leva por vezes a se dizer que o caduceu é um símbolo de paz.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Entre os romanos, por exemplo, o caduceu representa o equilíbrio moral e a boa conduta: o bastão representa o poder, as duas serpentes, a prudência, as duas asas, a diligência, e o capacete, os pensamentos elevados.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro texto diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bastão entrelaçado com duas serpentes, que na parte superior tem duas pequenas asas ou um elmo alado. Sua origem se explica racional e historicamente pela suposta intervenção de Mercúrio diante de duas serpentes que lutavam, as quais se enroscavam em seu bastão. Os romanos utilizaram o caduceu como símbolo do equilíbrio moral e da boa conduta; o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência; o elmo é emblemático de pensamentos elevados. Do ponto de vista dos elementos, o caduceu representa sua integração, correspondendo o bastão à terra, as asas, ao ar; as serpentes à água e ao fogo (movimento ondulante da onda e da chama). Do ponto de vista esotérico, a vara do caduceu corresponde ao eixo do mundo e suas serpentes aludem à força Kundalini que, segundo os ensinos tântricos, permanece adormecida e enroscada sobre si mesma na base da coluna vertebral (símbolo da faculdade evolutiva da energia pura).&lt;br /&gt;A organização por exata simetria bilateral, como a balança de Libra, ou na triunidade da heráldica (escudo entre dois suportes) expressa sempre a mesma idéia de equilíbrio ativo, de forças adversárias que se contrapõem para dar lugar a uma forma estática e superior. No caduceu, este caráter binário equilibrado é duplo: há serpentes e asas, pelo que ratifica esse estado supremo de força e autodomínio no plano inferior (serpentes, instintos) e no superior (asas, espírito). A Antigüidade, inclusive a grega, atribuiu poder mágico ao caduceu. Há lendas que se referem à transformação em ouro de tudo o que era tocado pelo caduceu de Mercúrio e a seu poder de atrair as almas dos mortos. Mesmo as trevas podiam ser convertidas em luz por virtude desse símbolo da força suprema cedida ao seu mensageiro pelo pai dos deuses.&lt;br /&gt;Pesquisa efetuada por: Luiz Carlos Vaini&lt;br /&gt;Bibliografia: Juan-Eduardo Cirlot - Dicionário de Símbolos (Editora Moraes)&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Bem, para resumir, o Caduceu é como um símbolo de equilíbrio, um instrumento concedido ao deus Hermes (ou mercúrio, na mitologia romana), por seu irmão Apolo, após Hermes dar-lhe de presente a Lira, que havia inventado. Vale portanto, saber um pouco mais sobre Hermes (outro Ctrl C + Ctrl V da internet):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Na mitologia grega, Hermes era o deus correspondente ao Mercúrio romano, e também era mensageiro, psicopompo ou intérprete da vontade dos deuses, (daí o termo hermenêutica). Era um dos 12 deuses do Olimpo. Filho de Zeus e de Maia, nasceu na Arcádia, revelando logo extraordinária inteligência. Conseguiu livrar-se das fraldas e foi à Tessália, onde roubou parte do rebanho guardado por seu irmão Apolo, escondendo o gado em uma caverna. A seguir voltou para o berço, como se nada tivesse acontecido. Quando Apolo descobriu o roubo, conduziu Hermes diante de Zeus, que o obrigou a devolver os animais. Apolo, no entanto, encantou-se com o som da lira que Hermes inventara e ofereceu em troca o gado e o caduceu. Mais tarde, Hermes inventou a siringe (flauta de Pã), em troca de que Apolo lhe concedeu o dom da adivinhação. Foi famoso também por ser o único filho que Zeus tivera que não era filho de Hera, que ela gostou, pois ficou impressionada pela sua inteligência.&lt;br /&gt;Na cabeça tem um capacete com asas, calça sandálias aladas e traz na mão seu principal símbolo, o caduceu.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um pouco de outros sites:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mensageiro celeste, leva aos deuses as preces dos homens e aos homens os benefícios dos deuses; condutor das sombras, é a transição entre a vida e a morte; deus da eloqüência e dos tratados, faz passar ao espírito dos outros o pensamento de um orador ou de um legado.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Era também o deus dos sonhos, a quem os gregos ofereciam a última libação antes de dormir.&lt;br /&gt;Mensageiro dos deuses, filho de Zeus e de Maia, a filha do Titã Atlas.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Como servente especial de Zeus, Hermes tinha sandálias com asas, um chapéu alado e um caduceu dourado, ou vara mágica, entrelaçado por cobras e coroado com asas.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Conduzia as almas dos mortos ao mundo inferior e acreditava-se possuir poderes mágicos sobre o sono e os sonhos.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Numa analogia com o Tarôt de Marselha, Hermes corresponderia ao Mago, símbolo da criatividade com astúcia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermes, portanto, entre outras importâncias, é tido como o mensageiro, com asas nos pés. Aqui deixo minha proposta e explicação para o nome do blog: O que somos nós, (futuros) jornalistas, senão mensageiros? Nosso ofício constitui-se em transformar a realidade em texto e conectar pessoas a fatos. Nossa função é enviar mensagens, sejam elas sonoras, audiovisuais ou codificadas em palavras escritas. Da mesma forma, exige-se nesta profissão, que se tenha isenção, ponderação, profunda avaliação de mundo. É aí que encontro o novo símbolo para o jornalismo, e proponho uma reinterpretação do caduceu. O equilíbrio é algo fundamental para o exercício deste trabalho. Devemos deixar de lado nossas crenças e paixões para penetrar a realidade com a clareza de quem enxerga no escuro. O caduceu representa o jornalismo de maneira muito mais profunda do que sua utilização na contabilidade (em minha opinião).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista identifica-se, nesta visão, com Hermes, e sua ferramenta de trabalho, o jornalismo, com o caduceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratemo-nos como mensageiros, e atribuamos às nossas canetas a importância do Caduceu. Aí então, poderemos nos afirmar como verdadeiros e completos senhores de nosso propósito, de nossa causa, reais jornalistas, com asas nos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Da dificuldade do propósito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O equilíbrio é algo dificílimo. Vejam vocês, enquanto escrevia este post, minha mãe chamou-me aos gritos para que fosse recolher o carro para a garagem. Fiquei puto. É meia noite e trinta, e eu estou escrevendo. Escrevo no gerúndio porque é exatamente o que faço agora. Após mais uma semana frustrada fazendo clipping, e percebendo o tempo passar sem nenhuma grande realização, tudo o que eu quero é inspirar-me e escrever algo que eu queira. E, no meio de minha válvula de escape, chamam-me para este ato banal, recolher o carro. Levanto-me, pensando se recuperarei a inspiração assim que voltar ao meu quarto e sentar-me a frente do computador. Busco a chave do carro, da porta, e caminho em direção ao portão, sem dizer uma palavra. Com aquele ar de quem pensa: puta merda, nem em um sábado de madrugada eu posso escrever sossegado. É quando chego ao cadeado e paro um instante, com o intuito de abri-lo. Penso: por que eu estou praguejando? Acabo de iniciar um texto que fala de equilíbrio e no primeiro fato inesperado eu perco a serenidade? Que ironia! Busco o equilíbrio para a vida e me chateio com algo banal do cotidiano. É, meu caro, os instintos individuais são difíceis de domar, requer prática e auto-avaliação. Recolho o carro e retorno à cadeira estofada. Não sei se o texto saiu como sairia caso não fosse interrompido, mas fico feliz com o resultado, e com esse aprendizado, mais um, oferecido gratuitamente e sem a intenção pela minha sábia mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para finalizar (por enquanto)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos condenam o meio-termo. Grande parte das pessoas afirma que é necessário que se tome partido. Como posso ser isento em minhas ponderações se tiver de tomar partido? O fato é que não sou bobo, enxergo os problemas do mundo e luto para compreendê-los e, quiçá, transformá-los. Mas acredito na importância do “porém”, o que não desvirtua em hipótese alguma a minha vontade de um mundo melhor. Apenas busco, também, manter meu olhar límpido e receptivo a sugestões de novas interpretações. Enquanto muitos julgam as indecisões, creio que quando nos mantemos em cima do muro podemos enxergar mais longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Andre Patroni&lt;br /&gt;Campo Grande, MS&lt;br /&gt;05.07.2009&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SlBn44cKBnI/AAAAAAAAAHY/uvUdT9PCgd8/s1600/Sem+T%C3%ADtulo-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354894183864338034" src="http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SlBn44cKBnI/AAAAAAAAAHY/uvUdT9PCgd8/s320/Sem+T%C3%ADtulo-1.jpg" style="display: block; height: 320px; margin-top: 0px; text-align: center; width: 223px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hermes, o caduceu e as asas nos pés...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7508119894536450438-6647738570339175051?l=ocaduceu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocaduceu.blogspot.com/feeds/6647738570339175051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7508119894536450438&amp;postID=6647738570339175051' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6647738570339175051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7508119894536450438/posts/default/6647738570339175051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocaduceu.blogspot.com/2009/07/asas-nos-pes.html' title='Asas nos pés'/><author><name>André Patroni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02690787265372835446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vBPPQ7bFhoQ/SlBn44cKBnI/AAAAAAAAAHY/uvUdT9PCgd8/s72-c/Sem+T%C3%ADtulo-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
